sábado, 25 de janeiro de 2020

Playlist #27 - LA ROSALÍA 💃

Olá, meus queridos leitores!

Como este é o primeiro post do ano, então FELIZ ANO NOVO! Que 2020 seja o ano de vocês! ♥

Como eu tenho uma resenha nos rascunhos mas ainda não fiz fotos com o livro, estou aqui tirando as teias de aranha dessa seção do blog: as Playlists!

Hoje quero compartilhar com vocês as músicas que mais gosto de uma das cantoras de maior sucesso do momento: Rosalía.



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Uma publicação compartilhada por ROSALÍA (@rosalia.vt) em


Rosalía nasceu na região da Cataluña, na Espanha. Sua música tem muita influência flamenca, mas ela não tem medo de transitar entre o pop e o reggaeton.

A playlist abaixo eu criei com as que eu mais gosto:




O Spotify também fez uma playlist chamada "This is Rosalía":


terça-feira, 17 de dezembro de 2019

Frases Famosas de Grandes Filósofos

Olá, pessoal! Tudo bem com vocês?


Hoje venho trazer mais frases engraçadas e filosóficas do Luiz Henrique, meu esposo. Como pode uma pessoa tão bonita falar umas coisas tão malucas? 🤣

Vamos rir um pouquinho dessas frases aleatórias? 😂

"Foi sem querer que eu esqueci minha senha."

"Eu vou tocar doce comendo violão."

"Tem bala pra mim comprar dinheiro?"

"É preciso ser burro pra fazer alguma coisa inteligente."

"O jogo lançou no ano que vem."

"Cadê minha garganta? Está em cima do pescoço"

"A barra da calça drogada"

"Fala uma palavra que não tem nome."

"Tenho várias marcas de roupa dessa marca."

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sábado, 23 de novembro de 2019

Gugu e os caça-cliques da internet - uma reflexão

Ontem recebemos a triste notícia da morte do apresentador Gugu Liberato. Foram algumas horas de tensão, em que alguns portais de notícias na internet se adiantaram em divulgar o que ainda não havia sido confirmado nem pela família, nem pela assessoria dele, menos ainda pelos médicos que o estavam atendendo.

Como uma pessoa formada em jornalismo, sei bem que muitas vezes temos que, quando uma fatalidade dessas acontece, já vamos deixando pronta a reportagem sobre o óbito da pessoa pública, fazendo uma retrospectiva sobre sua vida. Porém, a irresponsabilidade e a insensibilidade está em publicar antes, inclusive, da confirmação médica. E alguns famosos, inclusive, caíram nessa “fake news”.

Essa reflexão escrevo como jornalista formada. A morte de alguém não é algo que se deseje ter a primazia da notícia, o furo da reportagem. Muito pelo contrário. Deveria ser algo que fazemos por obrigação, torcendo para que não precisemos publicá-la, pedindo a Deus para que seja uma redação engavetada. Precisamos ser humanos, acima de sermos jornalistas, criadores de conteúdo ou simplesmente caça-cliques na internet.

A atitude desses portais só me fazem pensar em quão atual é a Bíblia, que diz em Mateus, capítulo 24, versículo 12: “E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará”. O amor ao próximo, aos familiares, aos amigos, aos fãs e admiradores do trabalho do Gugu, não existiu.

Hoje, o clima é de luto no Brasil. Gugu fez parte da infância, da vida de todos nós, e da história da TV brasileira. Os portais realmente sérios fizeram seu papel, noticiaram com respeito e no tempo devido. Porém, graças aos irresponsáveis, sentimos duas vezes a mesma dor, como bem declarou Ticiane Pinheiro em suas redes sociais. Que possamos tirar uma lição de tudo isso.

Foto: Edu Moraes / Record TV - Publicada pelo portal Revista Quem, noticiando o falecimento do apresentador

terça-feira, 22 de outubro de 2019

Resenha #30 | Chaves - A história oficial ilustrada



Título: Chaves - A história oficial ilustrada
Autor: Editorial Televisa
Gênero: Biografia
Nacionalidade: Mexicana
Título original: Chespirito - Vida y magia del comediante más popular de América
Tradução: Mauricio Tamboni
Editora: Universo dos Livros
Nota: 9/10




O livro Chaves - A história oficial ilustrada vem com a proposta de contar de forma sucinta e cheia de fotografias a biografia do maior humorista de todo o continente americano: Chespirito. O projeto, que possui o nome original de “Chespirito - Vida y magia del comediante más popular de América”, é uma criação do Editorial Televisa, como parte da homenagem que foi feita para Roberto Gómez Bolaños em 2012 em 17 países: o América Celebra a Chespirito.

A obra conta que Bolaños nasceu numa família que, apesar de ganhar bastante dinheiro, era pobre, graças aos vícios de seu pai. Ele era o irmão do meio, porém o mais magro e franzino. Ele conta como foi sua infância entre o futebol, as lutas e a música, além da perda precoce de seu pai, que o marcou definitivamente.

Cresceu, cursou engenharia, porém acabou largando a faculdade para se aventurar como aprendiz de escritor na televisão. A partir de então, sua vida começa a mudar. Escreveu roteiros para os grandes humoristas mexicanos Viruta e Capulina, atuou com eles, até que começou a ganhar espaço para produzir seus próprios quadros humorísticos, começando pelo “Los supergenios de la mesa cuadrada”, até chegar ao estrondoso sucesso com Chaves e Chapolin.

Ele também conta que um de seus pontos fracos eram as mulheres. Desde jovem, ele gostava de paquerar e foi muito “namorador”. Casou-se com Graciela Fernández aos 22 anos e com ela teve seis filhos. Após o último, então, por recomendação médica, fez vasectomia, o que o impediria de ter filhos. Após um bom tempo, já durante o período Chaves/Chapolin, com o casamento em crise, ele se apaixonou por Florinda Meza, e passou dez anos esperando o momento certo para tentar um relacionamento. O final dessa história todos conhecem, eles passaram a viver juntos em 1977 e finalmente se casaram em 2004.

Além da TV, Chespirito também se arriscou no cinema, no teatro, no ramo literário - com livros e poesias, e até na música. Um homem cheio de talentos artísticos, porém completamente humilde e simples, como podemos perceber pela forma em que suas aspas são descritas. Com certeza, são por essas qualidades que quase o mundo inteiro o admira até hoje, principalmente as pessoas que conviveram com ele, como Florinda, o elenco de Chaves e Chapolin, amigos próximos e os próprios filhos.

É uma obra espetacular, que só não mereceu nota máxima porque deixou um gostinho de quero mais. Merecia haver uma edição maior e com mais detalhes sobre sua vida.


sábado, 12 de outubro de 2019

Dia das Crianças - Livros que marcaram minha infância

Olá, pessoal! Tudo bem com vocês?

Como hoje é o dia das crianças, venho compartilhar com vocês os livros que mais marcaram minha infância e me fizeram ser apaixonada pela leitura. 😍

Esses livros também são ótimas dicas de como inicializar as crianças na leitura, já que são simples de serem entendidos e passam uma mensagem muito próxima da realidade deles.


1. O Pequeno Planeta Perdido, de Ziraldo.

Resultado de imagem para O Pequeno Planeta PerdidoEste livro conta a história de um homem que se aventura a ir em uma missão no espaço. Porém, ao chegarem um pequeno planeta perdido, o combustível acaba. Sentindo a solidão, ele começa a gritar, e toda a Terra escuta o que ele diz. É um livro muito fofo, cheio de ilustrações com coisas do dia a dia, como por exemplo a nave espacial que é um pedaço de pão, ou o próprio planeta, que é uma laranja. Ele incentiva o uso da imaginação com essas ilustrações e por isso me cativou tanto na minha infância.
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2. Sapomorfose ou O Príncipe que Coaxava, de Cora Rónai

Resultado de imagem para sapomorfoseEra uma vez um sapo que vivia tranquilamente em seu brejo, até que uma bruxa mau-humorada o transforma em príncipe. Parece uma paródia de A Princesa e o Sapo, mas não é, e tem um desfecho muito mais legal. Esse livro nos ensina que, mesmo que não estejamos num ambiente familiar, nunca deixaremos de ser nós mesmos. Nossa essência não muda.
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3. Que sexta-feira mais pirada!, de Mary Rodges

Resultado de imagem para que sexta feira mais piradaEssa obra é bem conhecida, já que existe um filme baseado nele, que se chama "Uma sexta-feira muito louca". Conta a história de uma adolescente rebelde e preguiçosa, que deseja ser adulta só para fazer tudo o que tem vontade. Em uma sexta-feira, então, seu desejo se torna realidade, e ela tem que assumir todas as responsabilidades de sua mãe. Esse livro nos ensina que a vida adulta não é fácil, e que a liberdade exige responsabilidade.

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E vocês? Quais livros mais marcaram a infância de vocês? Deixem aqui nos comentários! 😉